domingo, 2 de junho de 2013

Batata Doce







A batata-doce (Ipomoea batatas), também chamada batata-da-terra, batata-da-ilha, jatica e jetica,  é uma planta da família das convolvuláceas, da ordem das Solanales (a mesma da batata, do tomate, das pimentas etc.). Originária dos Andes, se espalhou pelos trópicos e subtrópicos de todo o mundo.
"Batata-doce" é uma referência ao gosto doce de seu tubérculo comestível. "Jetica" e "jatica" são oriundos do termo tupi para a planta, ye'tika .
Possui diversas variedades cultiváveis divididas em de mesa (ou mercado) e as forrageiras, ambas podendo ser encontradas nas cores externas amarela, branca e roxa. No entanto, o número de variedades não se restringe à essas características. Elas podem ser classificadas de acordo com o formato, tamanho, cor interna, doçura, precocidade, cor das folhas e até pela coloração das flores, entre outras.
É a quarta hortaliça mais cultivada no Brasil e a com o maior índice de produtividade quilocalorias por hectare por dia.
As folhas e brotos da batata-doce são comestíveis após breve cozimento, saborosas e nutritivas, constituindo verdura de produção facílima e abundante. A batata-doce (Ipomoea batatas) é parente muito próxima de Ipomoea aquatica Forssk., verdura muito utilizada na Ásia e cultivada no Brasil por imigrantes japoneses.
A batata-doce tem sido utilizada no Brasil como planta ornamental em jardineiras de apartamentos, em vasos suspensos e em cestas. Em Gramado, no Rio Grande do Sul, é utilizada, em jardineiras, uma variedade de folhas verde-claras.

Ocasionalmente, a batata-doce pode ser encontrada no Brasil (Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul) como Plantas invasoras de sistemas naturais, mas apenas em ambientes úmidos muito sujeitos a perturbações e próximos a habitações humanas ativas ou inativas (taperas).

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batata-doce



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Beija Flores



beija-flor, também conhecido como colibriicuitelochupa-florpica-florchupa-melbingaguanambiguinumbiguainumbi eguanumbi1 , é uma ave da família Trochilidae e inclui 108 gêneros. Existem 322 espécies conhecidas. No Brasil, alguns gêneros recebem outros nomes, como os rabos-brancos do gênero Phaethornis ou os bicos-retos do gênero Heliomaster. No sistema classificativo de Sibley & Ahlquist, a família Trochilidae integrava uma ordem própria, a Trochiliformes. Entre as características distintivas do grupo, contam-se o bico alongado, a alimentação à base de néctar, oito pares de costelas, catorze a quinze vértebras cervicais, plumagem iridescente e uma língua extensível e bifurcada.
O grupo é originário das Américas e ocorre desde o Alasca à Terra do Fogo. A maioria das espécies é tropical e subtropical e vive entre as latitudes10ºN e 25ºS. A maior biodiversidade do grupo encontra-se no Brasil e no Equador, que contam com cerca de metade das espécies conhecidas de beija-flor. Os troquilídeos estão ausentes do Velho Mundo, onde o seu nicho ecológico é preenchido pela família Nectariniidae (Passeriformes).





Tesourinha



Tyrannus savana, conhecido popularmente como tesoura, tesourinha ou tesourinha-do-campo, é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.


O tesourinha mede aproximadamente 40 cm de comprimento, incluindo a longa cauda bifurcada, que possui cerca de 29 centímetros. A cabeça, a cauda e as asas são negras e o meio do píleo tem coloração amarelo-enxofre. Apresenta dorso acinzentado e partes inferiores brancas.
Realiza uma acrobacia em vôo deixando-se cair em espiral, com a cauda largamente aberta e a posição das asas lembrando um pára-quedas. É ínsetívoro, alimentando-se também de frutos. Habita campos, restingas e cerrados. As fêmeas normalmente colocam de dois a três ovos.
É ave migratória, desaparecendo do sul do Brasil nos meses de inverno.






sábado, 18 de maio de 2013

Baunilha ..






Baunilha (do castelhano vainilla,1 pequena vagem) é uma especiaria usada como aromatizante, obtida de orquídeas do género Vanilla, nativas do México. Originalmente cultivada pelos povos mesoamericanos pré-colombianos, parece ter sido levada para a Europa juntamente com o chocolate na década de 1520, pelo conquistador espanhol Hernán Cortés.2
Tentativas de cultivo da planta da baunilha fora do México e América Central, mostraram-se infrutíferas devido à relação simbiótica entre a trepadeiratlilxochitl3 e a espécie local de Melipona; apenas em 1837 o botânico belga Charles Morren descobriu esta relação e desenvolveu um método para polinizar artificialmente a planta, o qual se revelou economicamente inviável, não tendo sido aplicado comercialmente.4 Em 1841, um escravo ao serviço de franceses com 12 anos de idade, de nome Edmond Albius, que vivia na ilha Bourbon, descobriu que a planta podia ser polinizada a mão, o que viria a permitir o cultivo global da planta.5
Hoje em dia, existem três cultivares principais de baunilha de produção global, todos obtidos de uma espécie encontrada na Mesoamérica.6 As várias subespécies são Vanilla planifolia (sin. V. fragrans), cultivada em MadagáscarReunião e outras áreas tropicais do Oceano ÍndicoV. tahitensis, cultivada no Pacífico Sul; e V. pompona, encontrada nas Índias OcidentaisAmérica Central e do Sul7 A maior parte da baunilha produzida no mundo é da variedadeV. planifolia, conhecida como baunilha "Madagáscar-Bourbon", produzida numa pequena região de Madagáscar e na Indonésia.8 9
A baunilha é a segunda especiaria mais cara, a seguir ao açafrão,10 11 devido à mão-de-obra necessária na produção das vagens.11 Apesar do custo, é muito apreciada pelo seu flavor, que o autor Frederic Rosengarten, Jr. descreveu em The Book of Spices como "puro, apimentado, e delicado" e pelo seu aroma flroal complexo descrito com um "bouquet peculiar".12 É usada na em bolos e sobremesasperfumes, e na aromaterapia.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Cobras Marinhas



As cobras marinhas são cobras venenosas  que habitam em ambientes marinhos para a maioria ou totalidade das suas vidas. Embora elas evoluíram de ancestrais terrestres, a maioria são amplamente adaptadas a uma vida plenamente aquática e são incapazes de se mexer na terra.

Elas são encontrados em águas quentes costeiras do Oceano Índico ao Pacífico . Todas têm, como caudas de remo e muitos comprimido lateralmente órgãos que lhes dão uma enguia como a aparência. 

No entanto, ao contrário dos peixes, eles não têm guelras e deve vir à superfície para respirar regularmente. No entanto, eles estão entre os mais completamente aquáticos de todos os vertebrados de respiração de ar.  

Entre este grupo de espécies com alguns dos mais potentes venenos de todas as cobras. Alguns disposições suave e mordida só quando provocado, mas outros são muito mais agressivos. 
Atualmente, 17 gêneros são descritas como as serpentes do mar, compreendendo 62 espécies.
Com excepção de um único gênero, todas as cobras do mar são ovovivíparas , os jovens são nascidos vivos na água onde eles vivem fora do seu ciclo de vida. Em algumas espécies, os jovens são muito grandes: até a metade, enquanto a mãe 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Pinguim





O pinguim é uma ave Spheniscidae, não voadora, característica do Hemisfério Sul, em especial na Antárctida e ilhas dos mares austrais, chegado à Terra do Fogo, Ilhas Malvinas e África do Sul, entre outros. Apesar da maior diversidade de pinguins se encontrar na Antártida e regiões polares, há também espécies que vivem nos trópicos como por exemplo o pinguim-das-galápagos. A morfologia dos pinguins reflete várias adaptações à vida no meio aquático: o corpo é fusiforme; as asas atrofiadas desempenham a função de barbatanas e as penas são impermeabilizados através da secreção de óleos. Os pinguins alimentam-se de pequenos peixes, krill e outras formas de vida marinha, sendo por sua vez vítimas da predação de orcas e focas-leopardo.
Os primeiros pinguins apareceram no registo geológico do Eocénico.
O pinguim é uma ave marinha e excelente nadadora. Chega a nadar com uma velocidade de até 45 km/h e passa a maior parte do tempo na água.
Os pinguins constituem a família Spheniscidae e a ordem Sphenisciformes (de acordo com a taxonomia de Sibley-Ahlquist, fariam parte da ordem Ciconiformes).

Assista também:

domingo, 24 de março de 2013

Jararaca Ilhoa




jararaca-ilhoa, cujo nome científico é Bothrops insularis, é uma serpente sui generis, adaptada a vida arborícola ou semi arborícola, o que se reflete em diversos aspectos de sua morfologia e comportamento. Vive exclusivamente na Ilha da Queimada Grande a 35 km do litoral paulista, no município de Itanhaém[1].
Calculava-se existir cerca de três a cinco mil indivíduos na ilha, mas notícias recentes,[2] avaliando por estimativa, declaram haver cerca de 2.000 animais apenas. Técnicos estão microchipando as serpentes para se possa chegar a uma contagem mais precisa. A jararaca-ilhoa não tem concorrentes nem predadores. Pode sobreviver cerca de seis meses sem se alimentar. Alimenta-se normalmente comendo aves e seus ovos, especialmente do atobá-pardo, muito comum na ilha.


Assista o documentário sobre a Ilha da Queimada Grande:


quinta-feira, 14 de março de 2013

Esquilo Voador


Os esquilos-voadores pertencem a tribo Pteromyini (família Sciuridae). Existem 44 espécies dessa tribo. Os esquilos voadores são também esquilos arborícolas, no entanto são uma família com bastantes particularidades. Esta família de esquilos é de hábitos noturnos, tendo para tal olhos grandes e bem desenvolvidos. Os esquilos voadores têm também uma anatomia muito característica, tendo uma membrana de pele que percorre o seu corpo unindo as patas dianteiras às traseiras, o que lhes possibilita fazer voos planados de uma árvore para outra, direcionando o voo com o auxílio da cauda achatada que funciona como leme. Também ao contrário dos esquilos arborícolas, os esquilos voadores muito raramente descem ao solo, pois a sua membrana não lhes permite um bom deslocamento e rapidez deixando-os bastante vulneráveis aos predadores.

domingo, 10 de março de 2013

CAATINGA






Caatinga (do tupi: caa (mata) + tinga (branca) = mata branca) é o único bioma exclusivamente brasileiro, o que significa que grande parte do seu patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do planeta. Este nome decorre da paisagem esbranquiçada apresentada pela vegetação durante o período seco: a maioria das plantas perde as folhas e os troncos tornam-se esbranquiçados e secos. A caatinga ocupa uma área de cerca de 850.000 km², cerca de 10% do território nacional, englobando de forma contínua parte dos estados da Paraíba, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia (região Nordeste do Brasil) e parte do norte de Minas Gerais (região Sudeste do Brasil).
Ocupando cerca de 850 mil km² (aproximadamente 10% do território nacional), é o mais fragilizado dos biomas brasileiros. O uso insustentável de seus solos e recursos naturais ao longo de centenas de anos de ocupação, associado à imagem de local pobre e seco, fazem com que a caatinga esteja bastante degradada. Entretanto, pesquisas recentes vem revelando a riqueza particular do bioma em termos de biodiversidade e fenômenos característicos.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Lago Titicaca




Lago Titicaca, com cerca de 8300 km² e situando-se a 3821m acima do nível do mar, é o lago comercialmente navegável mais alto do mundo e o segundo em extensão da América Latina, superado apenas pelo Lago de Maracaibo, na Venezuela.
Localizado no altiplano dos Andes, na fronteira do Peru e da Bolívia, tem uma profundidade média de 140 a 180 m, e uma profundidade máxima de 280 m.
Mais de 25 rios desaguam no lago Titicaca, e o lago tem 41 ilhas, algumas densamente povoadas.
O Titicaca é interessante pela população vivendo nos Uros, nove ilhas artificiais. Essas ilhas tornaram-se uma grande atração turística no Peru, trazendo excursões da cidade de Puno, no Peru. Outra ilha, Taquile, é outra grande atração turística, apresentando uma comunidade indígena. Os habitantes de Taquile são conhecidos pelos seus produtos têxteis feitos a mão, considerados entre as manufaturas de melhor qualidade do Peru.