quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Gengibre





O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, principalmente pelos indígenas é Mangarataia ou mangaratiá.
É conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. Em Portugal existe registro da sua presença desde o reinado de D. João III (1521-1557).

No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre. Hoje, o gengibre é cultivado principalmente na faixa litorânea do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e no sul de São Paulo, em razão das condições de clima e de solo mais adequadas. Trata-se de uma planta perene da Família das Zingiberáceas, que pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas.


Ao contrário do que muitos imaginam o gengibre não é uma raiz, mas sim um rizoma (um tubérculo como a batata) com caules retorcidos. Rico em propriedades medicinais, ele é utilizado há mais de 3 mil anos como remédio para diversos males. "O gengibre é fonte de vitamina B6, cobre, magnésio e potássio. Por ser antioxidante, aumenta a imunidade, previne o câncer e ainda embeleza a pele e o cabelo", afirma a nutróloga Cristiane Coelho. 

Uma pesquisa do Instituto Hormel, da Universidade de Minnesota (EUA), concluiu que o gingerol - composto que dá sabor picante ao gengibre - retarda o crescimento de tumores no intestino. Essa planta de origem asiática também é antisséptica. Não à toa, é a estrela da culinária japonesa: "Ela é usada para neutralizar o paladar entre dois pratos", explica Cristiane


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sábado, 28 de janeiro de 2012

Flores de Portugal




 Camélias

As Camélias foram trazidas do Japão pelos Jesuítas e desde então o povo luso adoptou-as como suas. São flores delicadas, podendo ser de cor branca, rosa ou avermelhada. O que faz também variar o significado. As rosadas apontam para a grandeza da alma, em vermelho pode-se querer demonstrar o reconhecimento e as brancas traduzem a beleza perfeita!
A camélia, muitas vezes confundida com a rosa, faz frente à mais comum e bela das flores, com todo o seu fulgor!



 Hortênsias

No arquipélago dos Açores o capricho e a glória pertencem às Hortênsias.
Elas representam obstinação, dignidade e honra, sendo Novembro o mês ideal para decorar um ambiente com essas flores ou para serem usadas como presente.




 Glicínias 
Em Abril olhemos para a bela ilha da Madeira e vamos deparar com as Glicínias. Azuis, brancas ou rosadas, são um presente que sugere amor e carinho, simbolizando a ternura, a beleza e a amizade.

A praia (virgem) de Xcacel-Xcacelito: segredo na Riviera Maya


A Riviera Maya (o trecho de litoral no Caribe mexicano ao sul de Cancún) não é o tipo de lugar em que você espera encontrar praias virgens. Ali não restam aqueles lugares aos quais apenas os mais valentes chegam após vencerem trilhas desafiadoras. Mas em meio a essa espécie de Disneylândia caribenha, Xcacel-Xcacelito é praticamente o éden perdido.
Não teria chegado até ali sem querer. Ou melhor, sem querer muito. A entradinha para a praia, na autopista que liga Playa del Carmen a Tulum, é o tipo de lugar por onde todos passam a mais de 100 quilômetros por hora. Sendo assim, fica difícil reparar na tímida placa que sinaliza o projeto ecológico que trata de proteger as tartarugas que desovam por lá (uma espécie de projeto Tamar mexicano). 


Quem quiser chegar a Xcacel-Xcacelito deve, portanto, desacelerar quando estiver mais ou menos três quilômetros ao norte da entrada de Xel-Há (um costão que abriga um parque aquático).  
Após não mais de um quilômetro por uma estradinha de terra, dá-se o milagre: uma praia totalmente selvagem, com areia branca e fofinha e o mar azul como só o Caribe sabe ser. De quebra, há um cenote cristalino de água doce no manguezal que escora a praia.
Leve água, sombra e um lanchinho e tenha um dia feliz e longe da muvuca.
Fonte: por Adriana Setti em